
Durante o bate-papo, Prisco disse que foi demitido em 2002 acusado de panfletagem contra a Polícia Militar. O processo foi classificado pelo soldado como “fraudulento”. “O comando-geral da época do governo César Borges decidiu manter a exoneração. (...) Minha luta não é corporativista, é por uma segurança pública melhor”, observou.
O presidente da Aspra acredita que possa assumir o antigo posto dentro de 10 dias. “Sempre respeitei as autoridades constituídas do meu estado. Agora, vamos esperar a burocracia e voltar a fazer o que mais gosto que é salvar vidas”. Por fim, disse que não teme perseguição e que ainda não sabe se vai disputar vaga na Câmara Municipal de Salvador nas eleições deste ano. “Sou filiado ao PSDB e vou fazer aquilo que for da vontade de Deus”.
Fonte: Bocão News
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