Os moradores do conjunto habitacional Rio Grande estão assustados com o crime
Quatro pessoas baleadas nos ataques, realizados entre as 20h30 e 21h30 de terça-feira, continuam internadas no Hospital do Oeste, mas não correm risco de morte. Entre eles, o caso mais delicado é o do menor BJS, 16 anos, do Conjunto Habitacional Rio Grande, atingido no tórax e passou por cirurgia para extração da bala. Os demais foram medicados e liberados.
Os ataques a grupos de jovens, de acordo com o delegado Francisco Carlos de Sá, ocorreram ainda nos bairros Vila Rica e Barreirinhas. Todos tiveram em comum a presença de um Gol preto, com quatro ocupantes armados com armas curtas, que foram relatados nos depoimentos das vítimas.
“Estava tudo calmo quando, de repente, ouvimos vários tiros disparados contra uns rapazes que estavam na rua, vindos de um carro preto. Eu senti o maior medo da minha vida, principalmente depois que percebi que três dos rapazes estavam baleados”, revelou uma moradora do Conjunto Habitacional Rio Grande, que prefere ficar no anonimato e disse estar sem coragem de sair de casa à noite “por causa da violência”.
O comandante do 10º Batalhão da Policia Militar de Barreiras, Ten. Cel. Osival Moreira, classificou os ataques consecutivos como uma situação “que foge à normalidade”. Como medida preventiva, ele anunciou que as rondas da PM na cidade contam, desde esta quarta, com o reforço de uma equipe da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe Cerrado).
Fonte: Portal A tarde
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