Agerba exige que TWB melhore o serviço para autorizar o reajuste
A primeira obrigação da TWB será fazer o aporte de capital de R$ 36,7 milhões em até 30 dias após a assinatura de um Termo Aditivo ao contrato. No momento da assinatura, a empresa ainda pagará uma caução de R$ 7 milhões. De acordo com Pessoa, esse aporte é capital reajustado que a TWB deveria ter investido ao longo dos últimos cinco anos.
Além desse valor, a empresa terá que investir nos próximos cinco anos R$ 64,9 milhões no sistema. Esse dinheiro será utilizado para fazer melhorias no ferry, como implantação em até 90 dias de um novo sistema de bilhetagem, adaptar os terminais de embarque para fornecer acessibilidade a deficientes físicos, remotorizar e modernizar as embarcações e diminuir o tempo de embarque.
"O objetivo é deixar o caos que é o ferry atualmente para atender ao usuário da melhor forma possível", explica Pessoa.
Com o reajuste, a tarifa por passageiro deve passar de R$ 3,95 para R$ 4,15 (de segunda a sexta); e de R$ 5,20 para R$ 5,45 (sábados, domingos e feriados). Esses valores foram indicados pela consultoria paulista Fipecafi Cultura Contábil, Atuarial e Financeira, contratada pelo governo do estado para fazer uma auditoria externa no contrato com a TWB.
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