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O grupo teria sido beneficiado por meio de uma manobra autorizada
pelo então presidente do Senado, hoje deputado Mauro Benevides
(PMDB-CE), no dia 1º de novembro de 1991. Os estagiários – hoje alvos do
MPF - foram efetivados entre 1984 e 1985. Para autorizar a contratação
sem concurso, os estagiários tiveram o vínculo empregatício reconhecido e
então foram enquadrados como ocupantes de cargos efetivos. Além disso,
uma comissão diretora alegou que a constratação aconteceu antes da
Constituição de 1988, o que permitiria as efetivações.O escândalo foi divulgado pelo Estado na sequência de irregularidades dos atos secretos, utilizados pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e seus antecessores no cargo para nomear parentes, amigos e filiados. Um dos protagonistas dos atos secretos, o então diretor-geral Agaciel Maia, teve participação direta no que foi chamado de "trem da alegria secreto".
Na época, 1992, Agaciel era o diretor do Centro Gráfico. Muitos dos "estagiários" favorecidos cresceram profissionalmente, viraram chefes, se aposentaram ou morreram.
Fonte: Estadão.com.br
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