A consulta pública deverá ser lançada, segundo o servidor, em até 30 dias. Para tanto, faltam, segundo Copello, alguns ajustes por parte do Comitê de Mobilidade, colegiado composto por membros do governo do estado e pelas prefeituras de Salvador e Lauro de Freitas.
Eduardo Copello explicou que a consulta, basicamente, consiste no projeto inicial que está pronto para ser licitado. A necessidade da consulta antes do lançamento da licitação se dá pelo fato de a obra estar moldada na Parceira Público-Privada (PPP). A consulta terá período de 30 dias e será acessível a todos os cidadãos através de um site, que, inclusive, aceitará propostas. No final da consulta, a Sedur poderá acatar propostas e inseri-las no projeto final de licitação, que, a partir daí, deverá sair “em duas ou três semanas”, conforme o chefe de gabinete da Sedur.
O processo licitatório terá duração de 45 dias, prazo legal, segundo Eduardo Copello, e o resultado sairá no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Contudo, o servidor afirma que a grande expectativa é a de que a Ordem de Serviço, que será concedida pelo governo do estado após assinatura do contrato com a empresa vencedora, saia ainda neste ano. A partir daí, as obras poderão ser iniciadas.
Atraso no comitê – Se na seara estadual o clima é de incerteza, por parte da Prefeitura a coisa também não segue muito transparente. Matéria publicada ontem pelo site Política Livre deu conta de que a Prefeitura do Salvador se ausentou de duas reuniões seguidas do Comitê de Mobilidade, o que provocou adiamento das discussões.
Segundo o portal, o fato levantou suspeita entre membros do PT de que o Executivo municipal estaria tentando atrapalhar o andamento da linha 2 do metrô, “por questões eleitorais”, segundo o site, tendo em vista que a obra é do governo do estado e seu êxito, “em tese”, favorece o pré-candidato do PT ao comando do Palácio Thomé de Souza, Nelson Pelegrino.
Segundo o portal, o fato levantou suspeita entre membros do PT de que o Executivo municipal estaria tentando atrapalhar o andamento da linha 2 do metrô, “por questões eleitorais”, segundo o site, tendo em vista que a obra é do governo do estado e seu êxito, “em tese”, favorece o pré-candidato do PT ao comando do Palácio Thomé de Souza, Nelson Pelegrino.
A especulação, de pronto, foi negada pelo secretário municipal de Transportes e Infraestrutura, José Mattos. Em entrevista ao site, ele garantiu que “governo (do estado) e Prefeitura estão afinados”. Além de José Mattos, representam o município de Salvador o vice-prefeito Edvaldo Brito (PTB) e a procuradora geral do Município Ana Angélica Guimarães.
Fonte: Tribuna da Bahia
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